PROFESSOR RODRIGO BENTO

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Educação: o caminho certo para o desenvolvimento de todos. Aqui compartilharemos nossas experiências, sonhos, nossas vitórias e alegrias que sempre nos incentivam a prosseguir nessa jornada em busca do SABER, a chamada Educação...


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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

7ª Série - O Tráfico de Escravos para o Brasil

O tráfico de escravos para o Brasil refere-se ao período da história em que houve uma migração forçada de Africanos para o Brasil. Portugueses, brasileiros e mais tarde holandeses dominaram um comércio que envolveu a movimentação de milhares de pessoas.

O comércio de escravos estava solidamente implantado no continente Africano e existiu durante milhares de anos. Nações Africanas como os Ashanti do Gana e os Yoruba da Nigéria tinham as suas economias o comércio de escravos. O tráfico e comércio de escravos era intercontinental, registando-se um grande comércio de escravos europeus nos mercados Africanos já durante o Imprério Romano e duraram até ao fim do século XIX.

O tráfico de Africanos para o Brasil deu-se paralelamente ao tráfico de Europeus para África.

As listas dos resgates de cativos escravizados e libertados durante o reinado de D João VI revelam que até brasileiros chegaram a ser capturados e vendidos no mercado Africano.

Os escravos Africanos que os portugueses comerciavam, no começo passavam por Portugal, onde uma parte menor era levada principalmente por via marítima, para outros países europeus e outra parte destinava-se ao Brasil e ilhas.

O tráfico de escravos para o Brasil não era exclusivo de comerciantes brancos europeus e brasileiros, mas era uma actividade em que os pumbeiros, que eram mestiços, negros livres e também ex-escravos, não só se dedicavam ao tráfico de escravos como controlavam o comércio costeiro – no caso de Angola, também parte do comércio interior – para além de fazerem o papel de mediadores culturais no comércio de escravos da África Atlântica.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

História do Jornal Nacional - a importância da Mídia na Construção da História

O telejornal entrou no ar no dia de 1º de setembro de 1969 com a apresentação de Hilton Gomes e Cid Moreira. O JN foi o primeiro programa gerado no Rio de Janeiro em rede nacional, através da Embratel.
Os apresentadores eram Hilton Gomes e Cid Moreira abriram a primeira edição do JN anunciando: "O Jornal Nacional, da Rede Globo, um serviço de notícias integrando o Brasil novo, inaugura-se neste momento: imagem e som de todo o país". Cid Moreira encerrou: "É o Brasil ao vivo aí na sua casa. Boa noite".
Na época, o telejornal era único programa da recém-criada Rede Globo exibido em via satélite entre 19h45 até 20h15, pois a Globo no Rio de Janeiro exibia normalmente a programação, com novelas e séries e havia poucas afiliadas (que exibiam a programações gravadas por até uma semana de atraso em relação da rede), que só exibia o telejornal ao vivo.
O JN se tornou, em alguns anos, o mais importante e famoso noticiário brasileiro, alcançando altos índices de audiência. Durante a década de 1970, por interesse próprio, o telejornal deu ênfase à cobertura internacional e aos esportes.
Em 1977, Glória Maria se torna a primeira repórter do Brasil à entrar no ar ao vivo. Na ocasião, foram inauguraos equipamentos portáteis para geração de imagens.
Em 1978, o filme 16 mm começa a ser substituído com a instalação da ENG (Eletronic News Gathering), que permite a edição eletrônica de videoteipe, e a edição em VT aumentou a velocidade do telejornalismo.
Em 1989, o JN estreia abertura e cenário novos, onde os símbolos do programa deixam de ter molduras e passam a tomar todo o fundo do cenário.
Na década de 1990, a qualidade do telejornalismo praticado pela emissora apresentou grande melhora. O Jornal Nacional passou a apresentar grandes furos de reportagem, como a violência policial na Favela Naval em Diadema, a entrevista com Paulo César Farias, no período em que se encontrava foragido, a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freitas, o escândalo dos precatórios entre outros, consolidando a audiência e a confiança do público do telejornal.

Em 1991, pela primeira vez uma guerra foi transmitida ao vivo, a Guerra do Golfo.
Em 1994, pela primeira vez, uma cobertura de Copa do Mundo é ancorada ao vivo do país-sede, os Estados Unidos. Também em 1994, o Jornal Nacional completa 25 anos.
Em 1996, os famosos Cid Moreira e Sérgio Chapelin passam a bancada para William Bonner e Lillian Witte Fibe, e, em 1998, Fátima Bernardes substitui Lilian Witte Fibe e forma a dupla que está no ar hoje, com William Bonner.
Em 2000, o JN muda o cenário de estúdio e começa a ser apresentado de dentro da própria redação, o que dá a sensação de interação.
Em 2001, O JN foi indicado ao Emmy devido à cobertura dos atentados de 11 de setembro; o programa conquista o Prêmio Esso de Jornalismo, na estréia da categoria telejornalismo, com o trabalho "Feira de Drogas"; e neste ano também estreou o site do Jornal Nacional.

Nas Eleições 2002, o JN inovou realizando entrevistas ao vivo no próprio cenário, com quatro candidatos à Presidência.
Em 2006, num link direto com a Estação Espacial Internacional, William Bonner entrevistou o astronauta Marcos Pontes, primeiro brasileiro a viajar no espaço. No mesmo ano, Pedro Bial apresentou a Caravana JN, que, durante dois meses fez reportagens sobre as eleições por todo o Brasil. A cada duas semanas, o JN foi apresentado, ao vivo, por William Bonner e Fátima Bernardes, de uma cidade representativa de sua região.

Em 2007, o JN fez reportagens especiais sobre a vinda do Papa ao Brasil, sobre a tragédia do Airbus da TAM, e sobre o Pan do Rio de Janeiro.
Em 2008, a cobertura do sequestro de Eloá Pimentel pelo ex-namorado fez o JN ser indicado pela quinta vez em sete anos ao Emmy Internacional, o Oscar da televisão mundial. Neste ano o JN cobriu também a eleição de Barack Obama e as enchentes em Santa Catarina ao vivo.
Em 2009 o JN completou 40 anos, cobriu a queda do voo da Air-France, a gripe H1N1 e a morte de Michael Jackson. [1]

Em agosto de 2010, o jornal inicia seu projeto das eleições, com o JN no Ar, que através de um avião visitou cidades dos 26 estados e do Distrito Federal.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Filsofia - Homem terá que colonizar espaço para sobreviver

LONDRES (AFP) - A raça humana terá que colonizar o espaço nos próximos 200 anos se não quiser desaparecer, advertiu esta segunda-feira o astrofísico britânico Stephen Hawking, em entrevista publicada no site 'Big think'.
"Penso que o futuro a longo prazo da raça humana está no espaço. Será difícil evitar uma catástrofe no planeta Terra nos próximos cem anos, sem falar dos próximos mil anos ou dos próximos milhões de anos", declarou o cientista no site na internet que se apresenta como um "fórum mundial que relaciona pessoas e ideias".
"A raça humana não deveria apostar apenas no planeta", acrescentou o cientista.
"Vejo grandes perigos para a raça humana. Em muitas ocasiões no passado, sua sobrevivência foi difícil", afirmou, mencionando em especial a famosa crise dos mísseis, em 1963, em Cuba.
"A frequência de tais ameaças provavelmente aumentará no futuro. Teremos necessidade de prudência e juízo para lidar com elas com sucesso. Sou otimista", disse Hawking.
Segundo ele, "se pudermos evitar uma catástrofe nos próximos dois séculos, nossa espécie se salvará se nos lançamos no espaço".
"Se somos os únicos seres inteligentes da galáxia, temos que garantir nossa sobrevivência", disse o cientista, considerando que o aumento da população mundial e os recursos limitados da Terra ameaçarão cada vez mais a espécie humana.
"Por isso, sou favorável a fazer voos tripulados ao espaço", disse.
Em abril, o cientista havia advertido que se os extraterrestres existissem, os homens deveriam evitar qualquer contato com eles, porque as consequências poderiam ser devastadoras.
Stephen Hawking, de 68 anos, mundialmente conhecido por seus trabalhos sobre o universo e a gravidade, é autor de "Uma Breve História do Tempo", um dos maiores 'best-sellers' da literatura científica.
Sofrendo desde os 22 anos de esclerose lateral amiotrófica, doença degenerativa que provoca paralisia, o cientista desloca-se em cadeira de rodas e se comunica através de um computador e um sintetizador de voz.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

6ª Série - Quem foi o primeiro Papa da Igreja Católica?



O papa Bento XVI abençoa os milhares de fiéis do balcão do Mosteiro de São Bento, em São Paulo Foto: Reprodução

Bento XVI abençoa os paulistas na sua primeira visita ao Brasil como sumo pontífice. Joseph Ratzinger é o 265º papa da Igreja Católica

O primeiro Papa na Igreja Católica foi São Pedro, um dos 12 apóstolos de Jesus Cristo. Nascido em 10 a.C, Simão Pedro exerceu seu pontificado entre os anos 30 e 67.

Ele tem uma grande importância para os católicos, pois é considerado o fundador, com São Paulo, da Igreja.

Foi considerado o primeiro bispo de Roma, apesar de não existir consenso histórico sobre sua ida à capital do Império Romano.

O cargo de primeiro Papa lhe foi dado anos depois, pois tal título começou a ser usado cerca de dois séculos mais tarde.

Sucessão
Perseguido pelos romanos, que na época adoravam não um só deus, mas vários, Pedro foi crucificado e enterrado em uma região nos arredores de Roma conhecida como Vaticanus.

Mas antes de morrer, escolheu seu sucessor, Lino, o segundo Papa da Igreja Católica. A sua autoridade foi transmitida até chegar a Bento XVI, o 265º herdeiro do principal cargo da Igreja Católica.

8ª Série - Por que os nazistas usavam a suástica?

Apesar de sua imagem estar diretamente vinculada ao Regime Nazista de Adolf Hitler, a suástica esteve presente em muitas culturas milenares e é representada por meio de diversas formas gráficas.

Na Alemanha, a suástica foi adotada primeiramente por organizações militares e nacionalistas, sendo transformada, a partir dos anos 30, em símbolo do Regime Nazista. Assim, tornou-se uma das maiores marcas da propaganda nazista, que era comandada por Joseph Goebbels e pregava que, devido à compreensão limitada do povo, os símbolos e slogans deveriam ser simples, fortes e repetidos à exaustão. Por esse motivo, a suástica era constantemente exibida em cartazes, bandeiras e demais manifestações.

Para Sirlei Gedoz, coordenadora do curso de História da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), a "utilização da suástica pelo Nazismo está ligada ao fato de que é um símbolo forte, sedutor e que cativa o olhar. Nesse sentido, servia aos propósitos da propaganda nazista de apelo às massas humanas". Além disso, a representação gráfica da suástica nazista transmite a noção de movimento, que significaria o progresso da nação alemã.

Também conhecida como Cruz Gamada, a suástica é um símbolo encontrado em muitas culturas, algumas das quais sequer tiveram contato entre si. "Sua origem se perde em tempos imemoriais. Pode-se apontar que vários povos ou civilizações fizeram uso dela: celtas, romanos, hindus (em sânscrito, significa 'aquilo que traz sorte'), índios navajos e maias¿, informa Sirlei.

Existem, inclusive, muitas representações gráficas da suástica. "Em outros povos, ela não era utilizada com formas geométricas retas, como no Nazismo, mas sim circulares. No Nazismo, o símbolo se apresenta em sentido horário, enquanto em outras culturas é anti-horário e mais esférico", relata a professora.

fonte: terra.com.br/educação

Qual o significado que os judeus possuem em relação a suástica?

7ª Série - A Reforma de Martinho Lutero


Era bastante ruim a situação da Alemanha, no século XV. Sem um poder centralizado, dividida entre vários senhores feudais e praticando uma economia agrária, custava a desenvolver-se economicamente. O povo estava esmagado pelos tributos feudais e o dizimo. A Igreja recolhia ali inúmeros impostos e era proprietária de grandes extensões de terras.
A única consolação do povo era a fé. Mas como acreditar numa Igreja que vendia os cargos eclesiásticos a quem pagasse mais e que não escondia os filhos ilegítimos dos "celibatários" sacerdotes? E, pior do que tudo: oferecia o perdão dos pecados através do pagamento de bulas que comprovavam a absolvição do papa (indulgência).
A indignação aumentou quando o monge Tetzel foi à Alemanha para a venda de bulas, no intuito de arrecadar mais dinheiro para a construção da Basílica de São Pedro. Martinho Lutero, monge alemão, criticou os abusos de Tetzel e começou a denunciar publicamente a corrupção da Igreja Romana.
A preocupação de Lutero era com a salvação da alma, mas, perseguido e ameaçado de excomunhão, não recuou e expôs suas ideias na Catedral de Wittenberg (as 95 Teses de Lutero).
Lutero, contrariando a doutrina adotada pela Igreja Romana de que o homem se salva pelas boas obras, adotou as ideias de Santo Agostinho, "O homem se salva pela fé". Propôs uma igreja mais simples, onde o Evangelho fosse discutido pelos fiéis, que teriam a Bíblia traduzida no seu próprio idioma (O próprio Lutero traduziu a Bíblia para o alemão). Também era contrário ao celibato clerical e favorável a que as terras da igreja passassem a pertencer ao Estado. Sua doutrina diminuía consideravelmente o poder da Igreja e de seus sacerdotes.
Construa um cartaz sobre o tema : Martinho Lutero e a Reforma

quinta-feira, 29 de julho de 2010

2 ° Ano - Filosofia - O amor é cego?


Luiz Carlos passa os dias pensando em Deborah: nos lugares em que quer ir com ela, nas músicas que ela gosta, no que ele vai dizer quando os dois se encontrarem. Basta olhar para Luiz e ver que é um homem apaixonado e fiel. Cientistas da Universidade da Flórida (EUA) acabaram de descobrir porque é impossível Luiz trair Deborah nesta fase do relacionamento: a paixão torna o cérebro incapaz de prestar atenção em outros rostos bonitos, inviabilizando a traição.
"A pessoa apaixonada está bioquimicamente focada no objeto de sua paixão. O apaixonado não só não olha para outra pessoa, como não percebe se tem alguém olhando para ele", explica a psicóloga Mônica Portela, professora do Centro de Psicologia Aplicada e Formação do Rio (CPAF).
A falta de atenção ao mundo, o ar aéreo, o encantamento e a insônia provocados pela paixão têm explicação: o cérebro dos apaixonados têm altas concentrações de dopamina, que produz a sensação de felicidade, e norepinefrina, que é semelhante à adrenalina, responsável pela aceleração do coração e pela excitação.
Já os que amam não são, necessariamente, tão fiéis. "Com o fim da paixão, a pessoa percebe que o que ela imaginava não era real e acaba olhando para o lado. Essa busca acaba levando-lhe a encontrar alguém que pode não ser o suficiente para fazer com que ela deixe a pessoa amada, mas que também tem características que a interessam. Então, se cumpre a promessa de 'até que a morte os separe', mas com uma história paralela" diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da USP.
Durante a pesquisa americana, 113 mulheres e homens foram expostos a fotografias de pessoas bonitas e outras normais. Voluntários apaixonados escreveram, antes de ver as imagens, um texto sobre suas paixões. A outra metade fez uma redação sobre felicidade. Em seguida, as fotos foram exibidas e os olhos dos voluntários foram monitorados por um computador. Os apaixonados não fixaram os olhos nos rostos bonitos. Com as imagens de pessoas comuns, não havia diferença na reação. "A paixão deixa a pessoa tão obcecada quanto uma droga. Ela fica num estado de torpor, de encantamento. Por isso não consegue ver nada à sua volta. E nem pensa em traição porque, para ela, aquela pessoa basta", explica Carmita.
Fonte: O Dia

segunda-feira, 5 de julho de 2010

8ª Série - 2ª Guerra Mundial - PARTE 01


Conflito militar de escala mundial envolvendo países de todos os continentes se estendendo de 1939 a 1945. Resulta no choque de interesses entre as nações após o fim da I Guerra Mundial e das pretenções da Alemanha em dominar o mundo.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes, inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.

Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).

Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.

Realize uma pesquisa sobre o início do conflito, destacando a posição dos principais países na Guerra. Envie por e-mail

domingo, 4 de julho de 2010

SANTA CATARINA - Resumo da História

Santa Catarina possui 95.346 km2; com 5.866.252 habitantes, de acordo com a Contagem da População realizada pelo IBGE em 2007. Situado no centro da região Sul. É limitado ao Norte pelo estado do Paraná; ao Leste pelo oceano Atlântico; ao Sul pelo estado do Rio Grande do Sul; e ao Oeste pela Argentina. Sua capital é Florianópolis.
Possuindo 293 municípios.
A raiz da cultura catarinense está na diversidade, que se deve à presença dos portugueses (Açores e Madeirenses), dos alemães do Vale do Itajaí, dos eslavos, poloneses, russos e pela pequena Itália encontrada ao sul, entre outras etnias que, após chegarem a Santa Catarina, trouxeram uma grande bagagem cultural, contribuindo para formação da identidade local.

Dados sociais e econômicos

Santa Catarina se destaca economicamente, tendo como base a pecuária, o extrativismo e a indústria, além de também explorar o turismo. Segundo o IBGE, em 2000, a população urbana catarinense era de 78,7%. O PIB do estado em 2005 foi de R$ 85.295.324.000, também segundo o IBGE. Já seu IDH, segundo o PNUD, foi de 0,822 em 2000.

História

O território que corresponde hoje ao estado de Santa Catarina recebeu várias expedições exploratórias espanholas. A primeira ocorreu no primeiro decênio do século XVI. A segunda expedição ocorreu em 1525 sob o comando de D. Rodrigo de Acuña, que, ao chegar à região, resolveu se estabelecer com os seus expedicionários na ilha. Além dessas, outras expedições ocorreram e eram constantes na região. Porém, a presença espanhola na região gerou um conflito entre as duas coroas Ibéricas.
Em 1675, o português Francisco Dias Velho, juntamente com sua família, criados e escravos, estabelece-se na ilha, fundando Nossa Senhora do Desterro que, posteriormente, seria o nome de um povoado. Outros núcleos começaram a ser fundados.
Uma das primeiras ondas migratórias na capitania ocorreu no século XVIII com a vinda de 4.500 colonos oriundos dos Açores e de Madeira. Os alemães começaram a chegar a partir de 1829, fundando diversas colônias com o passar dos anos.
A catarinense Anita Garibaldi, que se tornou uma lenda no Brasil e na Itália por seus ideais de luta, também conhecida como a Heroína de Dois Mundos, participou da Revolução Farroupilha (1835-1845) ao se envolver com Giuseppe Garibaldi.
A colonização italiana ocorreu na primeira metade do século XIX, mas somente a partir de 1910, com a chegada dos ítalo-brasileiros do Rio Grande do Sul é que o território catarinense passa a ser ocupado intensamente, sobretudo nas áreas marginais dos vales dos rios do Peixe e do Uruguai, também do médio e do extremo Oeste catarinense.
Data-se do final do século XIX para o início do século XX a colonização eslava, polonesa, russa, entre a de outros povos.
Logo após a notícia da Proclamação da República, os membros do Clube Republicano do Desterro e oficiais da Guarnição Militar elegeram um triunvirato destinado a assumir o governo de Santa Catarina. Raulino Horn, coronel João Batista do Rego Barros e o doutor Alexandre Marcelino Bayma fizeram parte da junta governativa.
Pouco a pouco, os municípios catarinenses aderiram ao regime republicano, fortalecendo as lideranças regionais.
Por causa das terras e das matas que estavam no Nordeste do estado, houve, entre os anos de 1912 e 1916, um violento confronto entre camponeses pobres e membros do governo estadual e federal, que ficou conhecido como Guerra do Contestado. Esse conflito, que no início teve um caráter essencialmente religioso, tomou proporções sociais, tendo na reforma agrária a bandeira de luta principal defendida pelos revoltosos.
Durante os anos 1980, o estado sofreu com graves enchentes, principalmente no Vale do Itajaí, que chegaram a deixar cerca de 200 famílias desabrigadas. Nesta mesma década, ocorrem conflitos agrários na região.
Fonte: Barsa Planeta Internacional Ltda., 2008

7ª Série - Revolução Francesa

Revolução social e política que acontece na França de 1789 a 1799. Sob o lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade, a burguesia revolta-se contra a monarquia absolutista e, com o apoio popular, toma o poder, instaurando a I República. Os revolucionários acabam com os privilégios da nobreza e do clero e livram-se das instituições feudais do Antigo Regime.


Antecedentes – No final do século XVIII, cerca de 98% da população pertence ao Terceiro Estado, que reúne grandes e pequenos burgueses, trabalhadores urbanos e camponeses. Ele arca com os pesados impostos que sustentam o rei, o clero (Primeiro Estado) e a nobreza (Segundo Estado). A população também sofre com os abusos do absolutismo de Luís XVI (1754-1793). A burguesia detém o poder econômico, mas perde as disputas políticas para o clero e a nobreza, que se aliam nas votações – um voto para cada Estado. Estimulada pelos ideais do iluminismo, revolta-se contra a dominação da minoria. A partir de 1786, o país enfrenta uma série de dificuldades econômicas, como a crise da indústria e uma seca que reduz a produção de alimentos. Em 1788, o rei convoca a Assembléia dos Estados Gerais, um ano depois que os nobres, na Assembléia dos Notáveis, se recusam a aceitar medidas contra seus privilégios.

Tomada da Bastilha – Os Estados Gerais começam seus trabalhos em maio de 1789, no Palácio de Versalhes. Em junho, a disposição de liquidar o absolutismo e realizar reformas leva a bancada do Terceiro Estado a auto-proclamar-se Assembléia Nacional Constituinte. A população envolve-se, e as revoltas em Paris e no interior, causadas pelo aumento do preço do pão, resultam na Tomada da Bastilha, em 14 de julho, marco inicial da Revolução. Grande parte da nobreza sai do país. Em agosto de 1789, a Constituinte anula os direitos feudais ainda existentes e aprova a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Em setembro de 1791 é finalizada a Constituição, que conserva a Monarquia, mas institui a divisão do poder (Executivo, Legislativo e Judiciário), proclama a igualdade civil e confisca os bens da Igreja.

A unidade inicial do Terceiro Estado contra o Antigo Regime dá lugar a uma complexa composição partidária, que evolui conforme os vários momentos da revolução. Pesquise quem foram os Girondinos e jacobinos. Quais as influências que eles tiveram sobre a revolução Francesa?

1º Ano – Filosofia – Atividades

No último mês de novembro do ano de 2009, uma jovem em uma universidade paulista, foi humilhada por estar vestindo trajes inadequados (segundo a universidade) para aquele momento. A mesma jovem ganhou fama nacional, tornando-se o assunto em todos os lugares. Com base no ocorrido, defina, segundo os princípios da filosofia, ética, respeito e valorização do ser humano.

2º Ano – Filosofia - Atividades

Uma pesquisa recente divulgada na Folha de São Paulo, mostrou que um em cada quatro estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública brasileira já experimentou algum tipo de droga, além do cigarro e das bebidas alcoólicas. As pesquisas também revelam que a maioria dos jovens sabe que as drogas podem se transformar num problema sério. Mas isso não basta para mantê-los longe de um baseado ou de um papelote de cocaína. Porque os jovens, segundo a pesquisa, não conseguem dizer não para as drogas?

terça-feira, 1 de junho de 2010

5ª Série - O Egito Antigo

Antigo Egito é a expressão que define a civilização da Antiguidade que se desenvolveu no canto nordeste do continente africano, onde atualmente localiza-se o país Egito. A nação do antigo Egito tinha como fronteira a norte o Mar Mediterrâneo, a oeste o deserto da Líbia, a leste o deserto da Arábia e a sul a primeira catarata do rio Nilo.

A história do Antigo Egito inicia-se em cerca de 3150 a.C., altura em que se verificou a unificação dos reinos do Alto e do Baixo Egito, e termina em 30 a.C. quando o Egito, já então sob dominação estrangeira, se transformou numa província do Império Romano, após a derrota da rainha Cleópatra VII na Batalha de Ácio.
O rio Nilo era a fonte de vida do povo egípcio, que vivia basicamente da agricultura. No período das cheias, as fortes chuvas (junho a setembro), faziam o Rio Nilo transbordar, encobrindo grandes extensões de terras que o margeavam, mas também, este fenômeno fertilizava o solo ao depositar matéria orgânica (humus). Além de fertilização do solo, o rio trazia grande quantidade de peixes e dava chances a milhares de barcos que navegavam sobre as águas fluviais.
Para o povo egípcio era uma verdadeira bênção dos deuses. Aliás, o próprio rio era tido como sagrado. O historiador antigo Herotodo fez conhecida a frase "o Egito é uma dádiva do Nilo“.

Faça uma pesquisa sobre a religião egípcia.
Mande por e-mail ou entregue em uma folha.

sábado, 29 de maio de 2010

6ª Série = Peste Negra ou Peste Bubônica

Em meados do século XIV, uma doença devastou a população européia. Historiadores calculam que aproximadamente um terço dos habitantes morreram desta doença. A Peste Negra era transmitida através da picada de pulgas de ratos doentes. Estes ratos chegavam à Europa nos porões dos navios vindos do Oriente.
Como as cidades medievais não tinham condições higiênicas adequadas, os ratos se espalharam facilmente. Após o contato com a doença, a pessoa tinha poucos dias de vida. Febre, mal-estar e bulbos (bolhas) de sangue e pus espalhavam-se pelo corpo do doente, principalmente nas axilas e virilhas. Como os conhecimentos médicos eram pouco desenvolvidos, a morte era certa. Para complicar ainda mais a situação, muitos atribuíam a doença a fatores comportamentais, ambientais ou religiosos.

Atividades:

Assim como a Peste Negra atingiu a Europa durante a Idade Média, várias outras doenças atingiram o mundo. Pesquise o significado de Pandemia.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Por que algumas músicas grudam na cabeça?

O sujeito acorda, boceja e, sem mais ou menos,ouve um: "Bota a mão na cabeça que vai começar" vindo do seu cérebro. O tempo passa, ele escova os dentes, toma café e: "O Rebolation-tion, o rebolation-tion". Já era. A música grudou. Esse fenômeno irritante, que faz com que fiquemos repetindo mentalmente a músicas, é chamado de earworm (minhoca de ouvido), termo criado pelo professor James Kellaris, da Universidade de Cincinatti. Quando estamos desocupados ou distraídos, basta pensar rapidamente numa música para o fenômeno acontecer. O que se forma então é algo parecido com uma coceira cerebral.

matéria publicada na Revista Superinteressante edição de junho/2010

Pesquise mais sobre o assunto e realize uma dissertação sobre o tema enviando por e-mail

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Tratado de Versalhes (8ª Série)

Acordo internacional que determina os termos de paz na Europa depois da I Guerra Mundial. É assinado em 28 de junho de 1919, na França. Trata também do estatuto da Liga das Nações, associação fundada para manter a paz mundial. Pressionada por um embargo naval, a Alemanha é obrigada a ratificar o tratado. Perde todas as suas colônias na África e na Ásia. Entrega Lorena à França e o Porto de Dantzig, à Polônia.
Também cede aos franceses o direito de explorar as minas de carvão do Sarre por 15 anos. É proibida ainda de manter a Marinha e a aviação militar, e seu Exército fica limitado a 100 mil homens. Por fim, é forçada a pagar uma indenização de US$ 33 bilhões (calculados em 1921). Os termos do Tratado de Versalhes têm o objetivo de impedir novas investidas militares da Alemanha. No entanto, abre caminho para o surgimento dos regimes totalitários e para a deflagração da II Guerra Mundial.

Atividades:
Qual foi a reação da Alemanha diante do Tratado de Versalhes?
Pesquise, responda e envie por e-mail

terça-feira, 4 de maio de 2010

Principais Revoltas do Brasil Colônia (7ª Série)

Guerra dos Emboabas: os bandeirantes paulistas queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que encontraram; Entraram em choque com os imigrantes portugueses que estavam explorando o ouro das minas.
Guerras Guaraníticas: espanhóis e portugueses (apoiados pelos ingleses) entram em conflito com os índios guaranis catequizados pelos jesuítas, de 1751 a 1758.
Revolta de Filipe dos Santos: ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder Felipe dos Santos Freire foi preso e condenado à morte pela coroa portuguesa.
Conjuração Baiana (1798): Também conhecida como Revolta dos Alfaiates. Revolta de caráter emancipacionista ocorrida na então Capitania da Bahia. Foi punida duramente pela Coroa de Portugal.
Inconfidência Mineira: Revolta contra a dominação colonial ocorrida no final do século XVIII em Minas Gerais. Em sua maioria, os inconfidentes são membros da elite social e intelectual mineira. O integrante do movimento que fica mais conhecido, no entanto, é um homem do povo, o alferes do Regimento dos Dragões das Minas Gerais Joaquim José da Silva Xavier. Por ter trabalhado como dentista antes de entrar para a milícia, ele era chamado de Tiradentes.

Atividades:

Escolha uma Revolta do Brasil colônia e realize uma pesquisa sobre o tema, aprofundando-se nos líderes da Revolta escolhida. Envie por e-mail.

Religião na Idade Média (6ª série)

Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a Igreja influenciava o modo de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. A igreja também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade e até mesmo servos trabalhando.

Qual a reação da Igreja em relação as pessoas que duvidavam de sua fé, de seu poder? O que ela criou?

domingo, 2 de maio de 2010

Primeira Guerra Mundial


O choque de interesses imperialistas das nações européias aliado a anseios nacionalistas provocam a I Guerra Mundial. O conflito opõe a Tríplice Aliança (Alemanha, Império Austro-Húngaro e Turquia) e a Tríplice Entente (França, Reino Unido e Rússia), vencedora da guerra.

Causas da Primeira Guerra Mundial:

- Partilha da África e Ásia (insatisfação da Itália e Alemanha que ficaram com territórios pequenos e desvalorizados)
- Concorrência econômica entre as potências européias e corrida armamentista
- Nacionalismos (pan-germanismo) e rivalidades

Início da Guerra

Estopim (começo) :
- Assassinato do príncipe do Império Austro-Hungaro Francisco Ferdinando;
- A guerra espalha-se pela Europa e por outras nações do mundo
- Formação de Alianças: Entente (Inglaterra, França e Rússia) x Aliança ( Itália, Alemanha e Império Austro-Húngaro)
- Brasil participa ao lado da Tríplice Entente, enviando enfermeiros e medicamentos
Guerra de Trincheiras

Novas Tecnologias de Guerra

- A participação das Mulheres como operárias na indústria de armamentos

- Uso de aviões, submarinos e tanques de guerra

O Fim da Guerra

- 1917 : entrada dos EUA e derrota da Tríplice Aliança ( Alemanha e Império Austro-Húngaro)
- O Tratado de Versalhes: imposições aos derrotados
Resultado da Guerra : 10 milhões de mortos / cidades destruídas / Campos arrasados.

O conflito rompeu definitivamente com a antiga ordem mundial criada após as Guerras Napoleônicas, marcando a derrubada do absolutismo monárquico na Europa.


Atividades:

- Elabore um Cartaz com imagens da 1 ª Guerra Mundial
- Pesquise o que foi o Tratado de Versalhes.

Os Bandeirantes


Foram os bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de Tordesilhas. Os bandeirantes penetravam no território brasileiro, procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
O ouro nas Minas Gerais – No final do século XVII e início do XVIII são descobertas ricas jazidas de ouro nos atuais estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso que atraem portugueses e aventureiros da metrópole e de todas as partes da colônia. Muitos trazem escravos. A Coroa autoriza a livre exportação de ouro, tributado no valor de um quinto da produção, e é instituída a Intendência de Minas, para fiscalizar a atividade mineradora.
Cidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil: o Aleijadinho.


Atividades:


Faça uma pesquisa e construa um relatório das principais obras de Aleijadinho.